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Campanha SOS África chega ao fim, mas a reconstrução continua nos países atingidos pelo Ciclone Idai

Igreja

A mobilização envolveu pessoas em todo Brasil na ajuda humanitária aos países africanos de Moçambique, Zimbábue e Malaui

Publicação: 22/01/2020



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Cáritas Brasileira, organismo de promoção e atuação social da Igreja Católica, encerram as doações para a Campanha SOS África Moçambique, Zimbábue e Malaui. Contudo, o trabalho de reconstrução das cidades atingidas pelo Ciclone Idai continua por meio da Cáritas Internacional, Portuguesa e Moçambique. 

No Brasil a primeira etapa da Campanha iniciada em março de 2019, logo após a ocorrência do Ciclone Idai, arrecadou R$ 1.210.270,00 (Um milhão, duzentos e dez mil, duzentos e setenta reais). Já as doações para a segunda fase, realizada em agosto de 2019, juntou R$ 405.670,01 (Quatrocentos e cinco mil seiscentos e setenta reais e um centavo). Nas duas etapas, o valor total arrecado, foi de R$ 1.615.940,01 (Um milhão, seiscentos e quinze mil, novecentos e quarenta reais e um centavo). 

A mobilização realizada pela CNBB e pela Cáritas Brasileira envolveu padres, bispos e leigos em comunidades, igrejas e arquidioceses espalhadas por todo o Brasil, bem como toda a sociedade Brasileira. O montante foi encaminhado às Caritas nacionais dos países atingidos e sua implementação é coordenada pela Cáritas Internacional.

A reconstrução junto com as comunidades locais se dá, em especial, no apoio à recuperação do setor agrícola como forma de contribuir para a segurança alimentar das populações mais afetadas pelos ciclones.


Foto: Dooshima Tsee / Caritas Internacional


Assista ao documentário produzido pela Caritas Portuguesa: Recuperar Vidas. Restaurar a Esperança

“Nunca, nem quando eu for muito velha, vou estar a contar essa história, nunca vou esquecer. Eu estou aqui por graça de Deus, foi ele que cuidou de mim e eu nem imaginava que ainda poderia estar aqui hoje!” Fátima, tem 15 anos e sabe que a sua vida nunca mais será a mesma, mas aquilo que viveu não lhe retirou a capacidade de sonhar! Esta é a identidade do povo Moçambicano: tem o olhar no futuro! É neste futuro que a Cáritas está empenhada.


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