Durante o Seminário de Avaliação de Projetos Governamentais, 日に何が起こった 16 と 17 5月, em Olinda (IN), o coordenador de estudos e pesquisas do Banco do Nordeste, Clarício dos Santos Filho, falou sobre as iniciativas financiadas pelo banco, として, 例えば, o apoio a implantação de tecnologias sociais que melhoram a produtividade de famílias da região semiárida. 時々, Clarício também ressaltou a perspectiva de ampliação do apoio aos empreendimentos de economia popular solidária, e destacou a parceria com a Cáritas Brasileira.
Em entrevista à Assessoria de Comunicação da Cáritas NE2, ele avaliou o Projeto Raízes, executado pelo Regional NE2 e garantiu a continuidade das ações através de um aporte financeiro que irá contribuir com o aprimoramento das iniciativas já desenvolvidas.
AssCom: O Banco do Nordeste tem direcionado recurso para apoiar projetos sociais na região do Semiárido, sobretudo iniciativas com foco na prática da economia solidária. Esta é uma prática inovadora ou o banco já acumula um histórico de atuação?
Clarício: Em relação à prática de aprovação de recursos para projetos sociais, o banco foi inovador nos anos 70. O Banco do Nordeste com apoio do Banco Mundial desenvolveu essa prática de fazer dotações através de projetos. Eram projetos que apresentam propostas claras, com objetivos definidos e um plano de investimento e metodologia. Isso não é tão recente assim.
Hoje o que quero destacar de recente e mais inovador nesta técnica de projetos, é o trabalho que estamos desenvolvendo na área da economia popular solidária, especificamente com os fundos rotativos solidários. Esse trabalho eu aponto como uma grande inovação na tecnologia creditícia, pois traz resultados positivos a partir do momento que introduz a possibilidade da autogestão das comunidades no que diz respeito aos recursos financeiros. Ou seja, além do aprendizado da autogestão, onde as comunidades recebem capacitação, treinamento e participam de intercâmbios, elas também têm a chance de fazer sua própria poupança, através dos fundos rotativos. A comunidade também tem a oportunidade de fazer seleção de novos investimentos, introduzindo novos grupos na dinâmica dos fundos rotativos. Este é um processo que utiliza a autogestão, autonomia e o empoderamento das comunidades no processo de crédito, と, isso é uma grande inovação na tecnologia de crédito e no ponto de vista social.
AssCom: A linha de atuação do banco é especificamente a região Nordeste ou há experiências em desenvolvimento em outras partes do país?
Clarício: O banco atua exclusivamente na região Nordeste, mas também conta com as agências extras regionais: リオデジャネイロ, サンパウロ, Brasília e Belo Horizonte. O foco de investimento do crédito que aplicamos, ouの歴史家, nosso “expertise” se concentra nos nove estados da região Nordeste, no norte de Minas Gerais e no norte do Espírito Santo. その後, aproximadamente 63% dessas áreas estão no Semiárido. Nosso foco é atender essas áreas e também trabalhar com segmentos dos pequenos proprietários, empresários, agricultores familiares, ouの歴史家, aqueles que têm mais dificuldades de acesso ao crédito.
AssCom: Que ações o Banco do Nordeste têm realizado para melhorar a qualidade de vida de famílias do Semiárido?
Clarício: As ações vão desde o investimento na atividade produtiva, として, 例えば, estruturar unidades de produção familiar. O banco também atua em outra vertente, que é a capacitação e treinamento, possibilitando que as pessoas tenham acesso a novas formas de gestão. Outra ação do BNB é financiar tecnologias sociais que melhoram a produtividade, principalmente as que são voltadas para a reserva hídrica como as cisternas de placas, calçadão e tanque pedra.
AssCom: A Cáritas já acumula uma vasta experiência no desenvolvimento de iniciativas que promovem a convivência com o Semiárido. Como você avalia esta parceria entre a Cáritas e o Banco do Nordeste? E qual a importância dessa parceria?
Clarício: Para o banco é muito importante esta parceria com a Cáritas. É relevante dizer que a instituição desenvolve ações que o banco por vários motivos não teria condições de executá-las. A Cáritas tem experiência no trabalho com as comunidades e com os processos de desenvolvimento de tecnologias sociais. そう, o banco entra com recurso financeiro e a Cáritas entra com todo seu portfólio.
Para exemplificar o resultado desta parceria, especificamente na Cáritas Regional NE2, nós estamos desenvolvendo a experiência do Projeto Raízes, que atende comunidades dos municípios de Cacimbas, Casserengue e Poço Dantas, na Paraíba. Nessa experiência, entre várias ações, o banco financia projetos de fundos rotativos solidários. 今年, nós iremos entrar na segunda fase do projeto, que eu costumo chamar de renovação. A proposta é entrar com novos recursos para aprimorar a metodologia que já está em execução. No final do ano passado, EMフォルタレザ, nós realizamos uma oficina para troca de experiência entre os técnicos do Banco do Nordeste e os agentes Cáritas. Desse encontro surgiu à segunda fase do Projeto Raízes, que é uma iniciativa que está sendo bem sucedida.
AssCom: Há perspectiva de renovação dessa parceria entre a Cáritas e o Banco do Nordeste?
Clarício: A ideia é dar continuidade ao Projeto Raízes no Regional NE2, mas também estamos discutindo com a Cáritas Brasileira outras ações, que deverão ser operacionalizadas pelos outros regionais. Nós estamos dialogando com a Cáritas para fortalecer a participação da entidade no trabalho que o banco vem desenvolvendo na área de assistência técnica. Ou seja, estamos refletindo sobre essa temática e como aplicá-la na execução dos nossos projetos. A proposta é fazer um repasse de metodologias e pedagogias a partir da experiência que a Cáritas acumula, ouの歴史家, fazer uma interface com o banco.
Outra coisa, nós também estamos discutindo sobre a elaboração de umas oficinas na perspectiva de formatar fontes de recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), que é um instrumento de política pública federal operado pelo Banco do Nordeste e objetiva contribuir para o desenvolvimento econômico e social da região. Estamos convidando a Cáritas para participar dessas oficinas e, com isso, formatar a aplicação desses recursos do FNE na economia solidária. Vale frisar que estamos falando em recursos que giram em torno de 50 A 70 milhões por ano. その後, são recursos relevantes e esse é um segmento que está crescendo muito e nós temos que dá resposta para isso. Existe uma carência de recursos muito grande, bem como uma demanda maior ainda.
フェレイラによってKilma, assessora de Comunicação da Cáritas Regional Nordeste 2


















