संयुक्त राष्ट्र के अनुसार (संयुक्त राष्ट्र), सतत विकास है: "विकास कि वर्तमान पीढ़ी की जरूरतों को पूरा करने के प्रयास, "अपनी जरूरतों को पूरा करने के लिए भविष्य की पीढ़ियों की क्षमता समझौता किए बिना. यह अब और सामाजिक और आर्थिक विकास और मानव उपलब्धि और सांस्कृतिक का एक संतोषजनक स्तर को प्राप्त करने के लिए भविष्य में लोगों की संभावना का मतलब, निर्माण, एक ही समय में, भूमि संसाधनों के संरक्षण और प्रजातियों और निवास का उचित उपयोग.
इमारत नेटवर्क के नजरिए से इस मुद्दे पर चर्चा करने के लिए, Caritas ब्रासिलेरिया क्षेत्रीय Piauí दिन पर आयोजित 23 और 24 सितम्बर संगोष्ठी आउटरीच सतत विकास - प्रादेशिक. O evento reuniu agentes de todo o Piauí e apresentou propostas de sustentabilidade aliada à organização participativa. O evento contou também com a participação do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e de Jaime Conrado, assessor da Cáritas Brasileira Regional do Maranhão, que representou o Grupo de Trabalho de Desenvolvimento Solidário Sustentável – Territorial.
Segundo Carlos Humberto Campos, sociólogo, essa discussão se faz necessária para avaliarmos os caminhos de desenvolvimento que escolhemos, o qual possibilitou uma vida confortável para boa parte da população, mas que hoje requer que seja amplamente repensado. O desafio hoje é vivenciar uma nova construção de Vida. “Essa nova vida exige um modelo de desenvolvimento que denominamos de Solidariedade e Sustentabilidade. Essa construção implica em profundas mudanças de atitudes – pessoais e coletivas – sobretudo na maneira de se relacionar com as pessoas, a natureza e o mercado de consumo”, बताते हैं.
No Piauí, diversas Organizações Não Governamentais (गैर सरकारी संगठनों) tem incentivado experiências de plantio agroecológico, reciclagem de materiais, mobilização para garantia de direitos e prática da Economia Popular Solidária e outras alternativas que possibilitem a discussão sobre a produção com visão na preservação do meio ambiente.
Uma experiência é a produção do Algodão Orgânico no município de Paulistana, apresentada pela ONG Centro de Estudos Ligados a Técnicas Alternativas (CELTA). As famílias agricultoras plantam o algodão sem uso de agrotóxicos e consorciado com outras culturas como o gergelim, o sorgo e a leucena. Na ultima safra, as famílias colheram 20 toneladas de algodão e cerca de 15 toneladas de gergelim.
O Movimento Quilombola apresentou algumas experiências de mobilização social para a garantia de direitos das populações tradicionais. Muitos quilombos do Estado tem sofrido com a intervenção das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que prevê a desapropriação de algumas terras. Segundo Antônio Bispo, representante do movimento, para muitas comunidades que tem uma relação intima com a terra e o local onde sempre viveram, diretos tem sido negados, deixando as famílias a mercê da própria sorte.
Dentro dessa perspectiva de Rede da Cáritas Brasileira, os agentes avaliaram as ações já realizadas e formularam novas propostas. Como avanços, foram apontados a maior organização das comunidades e grupos em associações, cooperativas e redes; conscientização da população e aproximação das instituições parceiras na proposta de Desenvolvimento Sustentável através da Economia Solidária, com destaque para os projetos de Fundos Rotativos Solidários apoiados pelo BNB.
Como desafios a serem superados, a Cáritas e as diversas organizações ainda tem que transpassar a barreira da sustentabilidade institucional, a burocracia de acesso aos recursos públicos, a divulgação de ações e formação através da comunicação, buscando o comprometimento de todas as pessoas para a proposta.
Segundo Hortência Mendes, secretária regional, a sustentabilidade que a Cáritas defende vai além do economicismo e se sustenta nas ações solidárias. “A Solidariedade é aquela concebida como fonte de abrigo e segurança que cria sentimento de pertença e nos torna pessoas aptas a vivermos com dignidade mesmo diante de situações adversas”, afirma a secretária.
Cáritas Brasileira Regional do Piauí/Mariana Gonçalves

















