Com o objetivo de apoiar pequenos Projetos Alternativos Comunitários (PACs), Conferința Națională a Episcopilor din Brazilia (CNBB) lançou, în 1981, os Fundos Solidários. A intenção era disponibilizar auxílio técnico e financeiro às propostas de desenvolvimento local em diversas regiões do País – elaboradas pelas próprias comunidades.
Os PACs foram as sementes do que hoje é chamada de Economia Popular Solidária (EPS). Nesses 25 ani, a Cáritas Brasileira tem apoiado grupos (asociații, mișcările sociale, redes e cadeias produtivas) por meio de projetos social-organizativos ou econômico-produtivos, baseados em formas auto-gestionárias de trabalho. E os Fundos Solidários tornaram-se uma das principais vertentes do movimento de economia popular solidária no Brasil.
De la 2000, o programa nacional de EPS passou a ter três objetivos: promoção e formação de agentes e lideranças da Cáritas, acesso aos recursos dos Fundos e articulação em redes e fóruns. As feiras de EPS, além de espaços de comercialização, possibilitam também o intercâmbio de experiências entre os empreendimentos.
De 2004 o 2007, în apropiere 10 mil trabalhadores/as associados/as (2 mil grupos) foram apoiados por meio do fortalecimento de redes de cooperação de produção, comercialização e consumo. Aproximadamente 600 agentes Cáritas de 160 entidades-membro acompanharam os empreendimentos formados por adolescentes, tineri, grupos de cultura, culegătorii, mulheres, populações rurais e urbanas, migrantes, comunidades em situações de risco, famílias beneficiadas pelo Programa Bolsa-Família, Maroons, indígenas, acampados e assentados da reforma agrária.
Alguns focos de desenvolvimento local sustentável vêm se destacando, como Catende (PE), Assema (MA), Cooesperança (RS), Pintadas (BA). Entre as redes e cadeias produtivas: Rede Abelha (mel); Justa Trama (algodão); Rede Bode (BA); Rede Marcas (MG).
Crescimento de iniciativas estimula políticas públicas
A mobilização da sociedade para a criação da Secretaria Nacional de Economia Solidária do Governo Federal (Senaes) e do Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) merece destaque no balanço dos últimos três anos. Nesse período, ambos colaboraram para afirmar a prática e a importância da economia solidária dentro do Estado (governos) e junto à sociedade civil (mișcările sociale, opinião pública).
În 2006, os 27 Fóruns Estaduais de Economia Solidária organizaram 120 eventos preparatórios às 27 Conferências Estaduais de Economia Solidária. Como resultado, dar 40 mil pessoas de todo o Brasil participaram do processo de realização da I Conferência Nacional de Economia Solidária.
Avança o reconhecimento político e legal
Seis Estados já contam com legislações aprovadas ou em andamento que favorecem as atividades de Economia Solidária. Programas municipais passaram a mobilizar centenas de gestores públicos. Quinze governos assumiram a convocação das Conferências Estaduais. Recursos públicos federais, para além do orçamento da Senaes, têm sido disponibilizados em diferentes ministérios. În prezent, a Economia Solidária é um dos quatro pontos prioritários no Fórum das Pastorais Sociais e há uma campanha para que seja o tema da Campanha Ecumênica da Fraternidade 2010.














