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Hoje, 9 de agosto, é o Dia Internacional dos Povos Indígenas

09 de agosto de 2018

Márcia Wayna Kambeba em sala de aula fortalecendo a cultura indígena por meio de formações, (foto: reprodução Facebook).

Hoje, 9 de agosto, Dia Internacional dos Povos Indígenas. Criada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em dezembro de 1994, a data é comemorada anualmente, numa referência ao dia da primeira reunião do Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Populações Indígenas, realizada em Genebra, em 1982. O Grupo foi criado para desenvolver os padrões de direitos humanos que protegeriam os povos indígenas.

Povos e comunidade tradicionais é uma das áreas de atuação da Caritas Brasileira, com o intuito de contribuir com o fortalecimento de suas lutas, de suas organizações, de seu reconhecimento na prática, e para que as politicas públicas  cheguem e se concretizam nestes espaços. E hoje de modo especial a Cáritas homenageia os Povos Indígenas em sua história originária no Brasil há milênios.

Em diversos lugares do Brasil, no dia de hoje, indígenas se encontram para protestar contra negações de direitos e injustiças sociais as quais estão submetidos.

Conversamos com Márcia Wayna Kambeba (foto acima), do povo indígena Kambeba. Márcia fala da cultura indígena como forma de resistência e da presença mulher nessas expressões culturais.


Márcia Wayna Kambeba, escritora, poeta, de origem Omágua Kambeba, do Amazonas, nasceu cresceu em uma aldeia do povo Ticuna e reside hoje no Pará, na cidade de Castanhal. Aos 8 anos, com sua avó, ela se mudou para a cidade, porém sempre retorna às aldeias para assessorar formações e dar aulas. Márcia é mestre e geografia, escritora, fotógrafa e ativista da causa indígena. Na música acima, Márcia, fala da importância de se voltar a aldeia, fazendo o GRANDE CAMINHO, o CUARA AÇU na língua tupi kambeba, e de abraçar e cantar a cultura e a luta de todos os povos indígenas para manter viva a chama ancestral.

Márcia Kambeba, fala da importância do território, da terra, em que os povos vivem que para eles é o espaço sagrado que precisa ser preservado.

 

O protagonismo da mulher indígena nas aldeias, nas cidades e na expressão da cultura e na militância indígena também é pauta para Márcia.

 

No poema Amazônidas, uma homenagem à mulher que vive na Amazônia, Márcia a descreve.

Por Osnilda Lima, Rede Cáritas de Comunicação

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