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Entidades baianas discutem políticas públicas de 9 a 11

06 de novembro de 2007

As entidades e movimentos sociais que compõem o Núcleo Facilitador da Articulação em Políticas Públicas no Estado da Bahia, entre elas, a Cáritas Brasileira NE 3, Fase e a Pastoral Rural de Paulo Afonso (BA), realizarão nos dias 9, 10 e 11 de novembro em Feira de Santana (BA), o VI Encontro Anual da Articulação de Políticas Públicas (APP) – “Refletindo sobre o papel dos movimentos e organizações populares na nova conjuntura baiana: uma análise a partir dos territórios de identidade e do PPA 2008- 2011”.

O Encontro faz parte de um processo de articulação entre os atores sociais baianos que trabalham com políticas públicas e participam da APP desde 2001 na troca experiências e ações coletivas voltadas para o fortalecimento e instrumentalização da participação popular no processo de tomada de decisão e definição de políticas.

Este ano acontece uma reflexão sobre a conjuntura política, social e econômica da Bahia a partir de duas discussões pautadas na nova gestão para a formulação e intervenção popular em políticas públicas: os Territórios de Identidade e o Plano Plurianual “Participativo” 2008-2011. Serão reunidos movimentos sociais e representantes de governo para debater questões centrais como a efetividade dos territórios e seus fóruns de representação como espaços de interlocução/participação da sociedade civil e definição de políticas públicas; os limites e desafios desse processo e em que medida alarga ou afunila os mecanismos de participação popular; as conseqüências do ponto de vista da mobilização social e da articulação regional entre as organizações populares; a diversidade de atores e temáticas que conseguem agregar e os critérios que têm sido utilizados na divisão territorial.

Outro objetivo é promover uma avaliação conjunta sobre as audiências que integraram o processo “participativo” do Plano Plurianual e uma análise da proposta consolidada e aprovada. Em que medida as diretrizes estratégias eleitas refletem os debates e pautas de reivindicações dos movimentos sociais? Qual a concepção de desenvolvimento econômico sustentável do governo e como se traduz nas ações previstas para os próximos quatro anos? Em que pontos prevê políticas que refletem interesses incompatíveis? Os investimentos por territórios e áreas apontam para mudanças significativas? Alguma ruptura com modelo anterior? Enfim, são alguns dos muitos questionamentos deste encontro com o objetivo de construir uma agenda comum dos movimentos sociais na intervenção em políticas públicas, bem como definir prioridades de atuação para a APP em 2008.

Informações 71 3356-8013 / Catia Cardoso, Regional NE 3 (Bahia e Sergipe)
Cáritas Regional NE III (Bahia e Sergipe)

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