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Conselho Fiscal finaliza apreciação sobre prestação de contas da Rede Cáritas

04 de abril de 2017
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O Conselho Fiscal da Cáritas Brasileira se reuniu em Brasília (DF) entre os dias 29 e 31 de março para analisar as contas da rede. O encontro ordinário está previsto no Estatuto da Cáritas, que prevê a realização de uma reunião anual entre seus membros titulares. Sendo assim, estiveram presentes na reunião realizada na sede do Secretariado Nacional os/a conselheiros/a: Adão José Piva (SP), Anadete Gonçalves Reis (DF) e padre Wilson Buss (SC).

De acordo com padre Wilson, o Conselho Fiscal trabalha por amostragem, analisando uma conta bancária de cada regional e do Secretariado Nacional a cada ano. Como a instância fiscalizada não sabe previamente que conta passará pela análise dos conselheiros, os gestores devem dar um mesmo tipo de tratamento a todas as contas sob sua responsabilidade. O objetivo final é garantir o uso adequado e transparente dos recursos geridos pela Rede Cáritas.

Segundo Anadete, o conselho pôde notar em sua análise que há um processo contínuo de aperfeiçoamento da gestão administrativa da rede desde o ano passado, quando os atuais conselheiros assumiram suas funções – a eleição para o Conselho se deu durante a XX Assembleia Nacional, em novembro de 2015. “No último ano, já tínhamos notado uma qualificação do controle de gastos e recursos, a partir das orientações dadas. Este ano, verificamos que os processos administrativos avançaram ainda mais. Os regionais observaram nossas orientações e as estão colocando em prática”, garante ela.

O relatório produzido pelo Conselho Fiscal com a análise das contas será agora compartilhado com todos os regionais, para que possam observar o contexto geral e evitar equívocos que porventura tenham sido cometidos na rede. “Há este intuito pedagógico, inclusive, de que os regionais possam ver o conjunto e então analisar sua própria gestão. Há um caráter orientador, neste aspecto”, frisa padre Wilson. “De qualquer forma, estas orientações que repassamos à rede são exigências legais, não são pedidos formais da Cáritas. O próprio exercício da contabilidade exige a observação destas regras”, enfatiza ele.

Por Assessoria Nacional de Comunicação da Cáritas Brasileira

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