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Chuvas no Paraná deixam 127 municípios em situação de emergência

12 de junho de 2014

Basta se conectar com algum meio de comunicação que logo já aparece algum alagamento, algum desastre que afetou o Paraná, principalmente nas regiões do sul e sudoeste do estado. Os temporais iniciaram no último sábado (7) e pararam só no domingo. Para termos ideia da dimensão das chuvas, em Guarapuava, por exemplo, a média histórica para o mês de junho é de 135 mm, em três dias, choveu 402 mm.

Os números podem nos indicar a dimensão dos estragos causados em decorrência dos excessos de chuvas: dos 399 municípios, em 127 foi decretada situação de emergência; mais de 135 cidades foram atingidas; 26 mil domicílios, na segunda-feira ainda permaneciam sem luz;  45 municípios estavam sem abastecimento de água; nas rodovias estaduais e federais que cortam o estado, mais de 43 pontos foram interditados na segunda pela manhã; cerca de 9.966 pessoas tiveram de sair de casa. Dessas, na segunda pela manhã, 2.235 pessoas continuavam em abrigos improvisados ou casas de parentes. Só em Curitiba, 15.213 pessoas e 3.509 casas foram atingidas.

Em todo o Paraná, o número de pessoas afetadas passa de 438 mil, 10 perderam a vida e 5 continuam desaparecidas.

Apoios

Governo Federal: está apoiando o estado com envio de técnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), para colaborar na recuperação das rodovias prejudicadas pelos temporais e, além de enviar ajuda humanitária aos municípios mais afetados, 1.700 kits dormitórios distribuídos e R$ 140.386,00, serão destinados para a compra de cestas de alimentos.

O estado: houve a liberação de recursos do governo estadual para compra de vacinas e medicamentos.

A Defesa Civil iniciou uma campanha de doações para os atingidos de cestas básicas, colchões e materiais de higiene pessoal. As doações podem ser feitas nos postos da PM, Corpo de bombeiros e na PROVOPAR.

Hoje, a preocupação maior, já não é mais as chuvas, mas sim a preocupação com as doenças em decorrência das inundações.

Por Amauri Mossmann, secretário executivo da Cáritas Brasileira Regional Paraná

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