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Arcebispo de Aracaju e presidente da Cáritas Brasileira recebe Pálio Arquiepiscopal

18 de setembro de 2017
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A solene celebração eucarística, realizada na última sexta-feira, 15, na Catedral de Nossa Senhora da Conceição, em Aracaju (SE) marcou a imposição do Pálio Arquiepiscopal sobre o Arcebispo Dom João José Costa. O Pálio trata-se do distintivo oferecido aos arcebispos metropolitanos como sinal de comunhão eclesial e serviço ao povo. Dom João recebeu o Pálio das mãos do Papa Francisco, em 29 de junho, e na celebração em Aracaju a insígnia foi colocada pelo Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d´Aniello.  “O pálio indica, sobretudo, a missão do Arcebispo como pastor, que carrega em seus ombros o rebanho a ele confiado, a ovelha ferida e desgarrada que é conduzida sob os ombros a exemplo de Jesus, que é sumo sacerdote e bom pastor”, explicou o representante diplomático permanente da Santa Sé no Brasil, Dom Giovanni d´Aniello, na homilia.

 O pálio

Desde Janeiro de 2015, por decisão do papa Francisco, o Pálio passou a ser apenas entregue, e não mais colocada pelo Santo Padre em 29 de junho, na Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, como determinava a tradição. Desde então, a imposição do Pálio aos novos Arcebispos passou a ser realizada nas respectivas Dioceses de origem pelas mãos dos Núncios Apostólicos locais.

Do latim pallium, é uma espécie de manto confeccionado a partir da lã de duas ovelhas abençoadas pelo Papa na memória litúrgica de Santa Inês, em 21 de janeiro, e consiste em duas tiras de lã ornadas de seis cruzes tecidas em negro. O arcebispo o usa sobre os ombros, tendo uma tira pendente no peito e outra nas costas. Esta forma e a matéria do qual é feito indicam a missão de pastor do Arcebispo, que carrega a ovelha aos ombros.

Pallio

 Pastor com o cheiro das ovelhas

Além dos milhares de fieis presentes na Catedral, a missa foi marcada pela participação de diversas autoridades eclesiásticas e civis, a Cáritas Brasileira foi representada por agentes dos regionais Nordeste 3 e Ceará, além da coordenadora nacional, Alessandra Miranda.

Na homilia Dom João ressaltou sua disposição em cumprir com humildade a nova função. “É realmente um momento importante, porque já houve todo um processo para que o Pálio chegasse aqui. Primeiro começa com a benção da lã das ovelhas, na festa de Santa Inês, no dia 21 de janeiro. As irmãs no mosteiro tecem esta faixa, e o Papa, no dia 29 de junho, na festa de São Pedro e São Paulo, entrega aos arcebispos. Hoje, o Núncio Apostólico vem ao Estado para fazer a imposição. Vem para oficializar uma missão que a gente procura exercer com humildade, confiando na graça de Deus”, afirmou.

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Usando as palavras do apóstolo Paulo, Dom João Costa expressou também sua profunda gratidão: “Em primeiro lugar, dou graças ao meu Deus mediante Jesus Cristo, por vós, porque vossa fé é celebrada em todo o mundo” (Rm 1,8). O prelado também fui buscar na sagrada escritura, mais precisamente no capítulo 10 do Evangelho de São João, o significado da imposição do Pálio, um símbolo tão importante do seu pastoreio, quando Jesus descreve a imagem do verdadeiro pastor: “O verdadeiro Pastor é aquele que conhece as suas ovelhas. Por isso a missão do bispo não é governar a partir do gabinete, mas é estar inserido na vida de seu rebanho, daí as palavras tão fortes e apropriadas do Papa Francisco quando afirma que os pastores devem ter o cheiro da suas ovelhas. Assim como a mãe bondosa cuida de seus filhos, o Bom Pastor cuida do rebanho numa postura de estar à frente apontando o caminho certo para as ovelhas”.

 Jucelene Rocha com informações da Arquidiocese de Aracaju

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